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Uso de balanças analíticas ou semi-analíticas é recomendado no preparo de soluções e produção de vinhos

EQUIPAMENTOS PARA ANÁLISE DE VINHOS

Uso de balanças analíticas ou semi-analíticas é recomendado no preparo de soluções e produção de vinhos

 

Análises distintas são feitas para garantir o controle de qualidade dos vinhos

 

Oriundo da transformação de tecidos vegetais de um fruto a partir da ação de microrganismos, o vinho, uma bebida muito conhecida e apreciada em diferentes países, tem uma composição diretamente relacionada com a ocorrência de fenômenos químicos. A uva se transforma em mosto que, por sua vez, se transforma em vinho por meio de várias reações.

A constituição básica, tanto de vinhos como de mostos é: água, carboidratos, proteínas, lipídeos, elementos minerais (sais e vitaminas), pigmentos e compostos fenólicos. No entanto, a composição do vinho é mais complexa do que do mosto, já que o vinho é oriundo da fermentação alcoólica que altera a composição do mosto e promove a redução de açúcares e formação de álcool juntamente com produtos secundários.

Essa constituição pode interferir na elaboração e na qualidade final de vinhos por meio de vários fatores, como, por exemplo: tipo de cultivo da uva, tipo de solo, condições climáticas e as práticas culturais da videira.

Balanças analíticas ou semi-analíticas – Ao longo de todo processo, que reúne fases distintas, diferentes análises são feitas com o intuito de garantir o controle de qualidade dos vinhos e todas essas análises são de extrema importância durante a elaboração de vinhos até seu engarrafamento.

Para o preparo de soluções e padrões de uso do laboratório nas análises, recomenda-se o uso de balanças analíticas ou semi-analíticas, como os modelos SHI-AUY-220 (balança analítica) e SHI-BL-320 (balança semi-analítica).

Para preparo destas soluções, é preciso utilizar água de qualidade, que não contenha os elementos a serem determinados, para não influenciar o resultado final de forma errada. Para isso, é necessário o uso de destiladores ou de osmose reversa para se obter a qualidade de água requerida para os ensaios.

Como destiladores, pode-se utilizar os modelos TE-1782 e TE-1788 que são destiladores de água de vidro, o TE-17823 que é um bi-destilador, que destila a água duas vezes, para uma melhor qualidade; o TE-2755 e TE-2801 destiladores de água tipo Pilsen, o Osmose Reversa TE-4007/10 e o TE-4008 – Osmose Reversa Automatizada, que já contém um barrilete para armazenamento da água com sistema automático de nível, fazendo com que, quando este é atingido, a bomba desligue automaticamente.

Armazenamento – Para o armazenamento desta água, há as opções de barrilete em PVC com volumes que variam entre 5 a 100 litros. Um dos parâmetros de avaliação da qualidade de água é a medição de sua condutividade. Para este monitoramento, há o TEC-4-MP – Medidor de condutividade ou o TE-4P-MP – Medidor de condutividade portátil.   

Para o preparo de soluções com reagentes ácidos ou voláteis é necessário o uso de uma capela de exaustão. Estão disponíveis os modelos CE-0720 e CQU-640, CQU-800, CQU-1200 e CQU-1500.

 

Pesagem e adição às amostras

Após a amostra ser pesada e as soluções de uso preparadas, é necessário que estas soluções sejam adicionadas às amostras. Este volume a ser dispensado depende do elemento a ser quantificado, mas para todas as soluções a serem adicionadas nas bandejas de alumínio, pode ser utilizado o TE-299 - Dispensador automático.

Grande parte dos métodos utilizados para avaliação de vinhos e mostos está disponibilizada pela  A.O.A.C. (Association of Official Analytical Chemists) (2016), referência internacional, sendo que os parâmetros devem permanecer dentro dos limites estabelecidos pela legislação de cada país.

 

SAIBA MAIS

Para saber mais sobre os processos de análise dos vinhos e os equipamentos utilizados para garantir a sua qualidade, baixe já o material completo e exclusivo sobre o tema.